EU, O SILÊNCIO, E A NOITE
 
 
Analiso-me e percebo, inquietação e medo
Lá fora, enxergo o vazio do mundo
Na escuridão, a chuva bate na vidraça
Fazendo um barulho ensurdecedor...
 
A madrugada adentra e o vento forte assobia
Fazendo balançar as folhas do coqueiro
O dia vai clareando lento e um galo canta no quintal
Enquanto o outro responde lá adiante...
 
Sento-me, levanto-me, caminho em círculos pela casa
Como companhia, a solidão revolvendo o passado
Enquanto eu, o silêncio e a noite, continuamos assim:
Vazios, inquietos e sós!
 
Laura Limeira
Recife/PE/Brasil
 

 

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