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POESIA INTERMINADA
Eme Paiva Aquela rosa ofertada, botão de beleza e odor, a nós dois representava: Emblema de nosso amor! Com vigor desabrochava, por obra do Criador, aquela rosa ofertada e os dons de nosso amor! Era mesmo uma poesia nossa vida de alegria, nossa vivência de amor. Enquanto a rosa se abria, nas rimas que se escrevia, suas pétalas de valor! Mas a sorte malfadada, por rotina e dissabor, como água estagnada, que não mais alimenta a flor... E, antes de desabrochada, qual poesia interminada, vai minando seu vigor... Fez murchar aquela rosa.. e com ela, nosso amor!
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