|
EM CADA POEMA
![]() Sonhei por momentos ao ver teu sorriso, o brilho do seu olhar. Senti teus lábios a me beijar, como um sorvo de chimarrão, Trouxe semeadura ao coração junto de luz do olhar distante. Mermei meu só, na prosa da charla fomentada por ternura e carinho Assim o sonho não deixa sozinho quem em taperas e invernias fica a matear. Há! O acalanto do verso chega leve, harmonioso quase em forma de canção, é o ritual da inspiração no sacrossanto versejar. E as mãos suadas, carentes de afeto persistem em encontrar o veludo da pele, calor e a suavidade de cada tocar. Fragrâncias, essências, que se mesclam a cheiros da Primavera em flor. Recuerdos que ficam, persistem em ficar em cada poema no verso do Pajador.
|