Ainda que me travem as mãos
Marilda Conceição
 
 
 
Mesmo que me travem as mãos,
mesmo que me tirem o papel e a caneta,
mesmo que me calem a voz,
ainda assim,
declamarei em grito mudo minhas poesias;
porque, do meu coração,
não podem arrancar os sentimentos.
Nem em minha alma
poderão matar a sensibilidade
que me faz  poeta.
 
 
 
Dia da Poesia/2005
 
 
 
Protegido pela Lei 9.610 de 19-02-98-art.184
do Codigo penal em prol dos Direitos Autorais
Poesia resgistrada na FBN-RJ
 
 
 
 
                    
  
 
 
Tube Lamanouche
Orquestra Sinfônica Violino
Arte e formatação Marilda Ternura
 
 
 

http://marildaternura.bravehost.com

http://www.avpb.olga.kapatti.nom.br/12_academico_marilda_ternura.html

 
 

 

Envie esta página para alguém especial


<< voltar >>