Verdade

A verdade ecoa na minha porta na hora incerta, na hora morta
A verdade explica sorri e cala.
Amores, lágrimas na vala.

A verdade me diz que meu dia se foi, meu corpo explica gesticula, manifesta
Os sulcos na face e na alma relatam as agruras do tempo amigo e inimigo na hora morta.
A verdade é minha é sua nossa amiga insana sob o escaldante sol a luz tênue da lua.
A verdade ecoa ressoa explana os cânticos de outrora, risos na aurora.
Lagrimas agora.

A verdade me fala.
O espelho revela a cicatriz da alma.
Os rios se calam sob as chuvas que caem.
A estrada da vida ao longe se estreita
Olhar do sol espreita.
Tudo pode ocorrer diante da verdade na hora morta


Amantino Silva 09/12/2008

 

Envie esta página para alguém especial


<< voltar >>